
No mês de fevereiro, o Papa Leão XIV convida toda a Igreja a unir-se em oração pelas crianças com doenças incuráveis, por suas famílias e por todos aqueles que delas cuidam. Trata-se de um chamado profundo à compaixão, à esperança e ao compromisso concreto com a vida frágil, especialmente a dos pequenos que sofrem.
A intenção foi divulgada pela Rede Mundial de Oração do Papa, por meio do projeto “Reza com o Papa”, e ganha um significado ainda mais forte por estar unida ao Dia Mundial do Enfermo, celebrado em 11 de fevereiro, na memória de Nossa Senhora de Lourdes. Neste ano, a data traz como tema: “A compaixão do samaritano: amar levando a dor do outro”.
A ternura de Cristo que acolhe
Ao rezar esta intenção, o Papa nos recorda que cada criança doente carrega em si um mistério sagrado. Em seus corpos frágeis, Cristo se faz presente; em seus sorrisos, mesmo em meio à dor, brilha a esperança do Reino. Por isso, o Santo Padre pede que nunca lhes faltem o cuidado médico adequado, a proximidade humana e o amparo de uma comunidade que acompanha com amor.
A oração do Papa se estende também às famílias, muitas vezes marcadas pelo cansaço, pela incerteza e pelo sofrimento silencioso, e aos profissionais da saúde, chamados a serem instrumentos de uma compaixão ativa, que respeita a dignidade de cada vida.
Uma reflexão a partir do Santuário
No Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai, na Vila Mariana, acolhemos este apelo do Papa à luz da espiritualidade de Schoenstatt, colocando aos pés da Mãe e Rainha a vida frágil das crianças que sofrem e renovando nossa confiança no Pai que cuida de cada um de seus filhos.
Neste mês, unamo-nos à intenção do Papa e rezemos:
Senhor, ensina-nos a reconhecer o teu rosto em cada criança que sofre. Que a vulnerabilidade delas desperte em nós a compaixão e nos impulsione a cuidar, acompanhar e amar com gestos concretos de solidariedade. Faze de nós uma Igreja que, no meio da dor, seja fonte de consolação e semente de esperança.
Que, aos pés da Mãe e Rainha, possamos confiar todas as crianças doentes, suas famílias e os profissionais da saúde, certos de que nenhuma dor é ignorada por Deus e que toda vida é preciosa aos seus olhos.
Referência: Vatican News