Dia da Aliança: chamados a construir a paz com Maria



Queridos coordenadores, missionários e famílias que recebem a visita da Mãe Peregrina de Schoenstatt.

Neste dia da Aliança de Amor, em pleno tempo pascal, a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, a partir de seu Santuário, convoca-nos a sermos seus instrumentos para a salvação do mundo. Ela diz para cada um de nós: “Seja promotor da paz”!

No Documento de Fundação lemos a promessa: “Daqui  atrairei a mim os corações juvenis, e os educarei a serem instrumentos aptos em minhas mãos.” Para edificar o Reino da Paz, ela conta com nossa colaboração fiel — o nosso “Nada sem nós”.

 

O Papa Leão XIV, em sua homilia na vigília da Páscoa exorta-nos a removermos as pedras que sufocam e nos convida a sermos promotores da paz.: “também nos nossos dias não faltam sepulcros para abrir, e muitas vezes as pedras que os fecham são tão pesadas e tão bem vigiadas que parecem inamovíveis. Algumas oprimem o coração do homem, como a desconfiança, o medo, o egoísmo, o rancor; outras, consequência daquelas que se encontram no interior, destroem os vínculos entre nós, como é o caso da guerra, da injustiça, do fechamento entre povos e nações. Não nos deixemos paralisar por elas!”

 

Ser promotor da paz

A paz não é apenas ausência de conflito, mas reflete-se em nossas atitudes diárias: no ouvir atencioso, no silenciar, no compreender e no acolher. Por meio de nossa autoeducação podemos ser instrumentos de unidade onde houver divisão e incompreensões.

Ser um promotor da paz na Aliança de Amor é ser um reflexo vivo de Maria: aquela que, no silêncio e na entrega total, trouxe ao mundo o Príncipe da Paz. Na Aliança com ela, promovo a paz quando ofereço ao Capital de Graças:

o silêncio diante de uma provocação desnecessária;

a compreensão com os familiares e colegas que pensam de forma diferente da minha;

a escuta generosa, sendo uma presença que acolhe em vez de julgar;

a serenidade transmitida em meio às dificuldades do dia a dia;

a aceitação da cruz diária, confiando que a Mãe de Deus jamais me abandona. Eu pertenço a ela e ela me pertence.

Reconhecemos que, por vezes, falhamos e geramos tensões. No entanto, em Cristo, “nEle, na sua paz, podemos sempre recomeçar.”

 

Rezemos para que o conselho do Papa Leão XIV se realize: “À luz da Páscoa, deixemo-nos surpreender por Cristo! Deixemos transformar o nosso coração pelo seu imenso amor por nós! Quem tem armas nas mãos, que as deponha! Quem tem o poder de desencadear guerras, que opte pela paz! Não uma paz conseguida com a força, mas com o diálogo! Não com a vontade de dominar o outro, mas de o encontrar!

Neste dia da Aliança, física ou espiritualmente peregrinemos até o Santuário, nossa fonte de paz. Depositemos no Capital de Graças nossas contribuições: dificuldades, alegrias e vitórias. Que sejamos instrumentos de unidade onde houver discórdia, tranquilidade onde reina tensões. Hoje e sempre, sejamos promotores da paz.

Com vosso Divino Filho, abençoai-nos, ó Virgem Maria!”

 

Feliz dia da Aliança de Amor!


 

 

 1Do Santuário

 2Leão XIV, 16.4.26, Bamenda, Camarões.

 3Cf. Mensagem do Papa Leão XIV na Bênção Urbi et Orbi da Páscoa de 2026.

Fonte: Mãe Peregrina

 

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