
Neste 20 de maio, toda a Família de Schoenstatt se une em oração e gratidão ao recordar o retorno do Pe. José Kentenich ao Santuário Original, em 1945, após os anos vividos no campo de concentração de Dachau.
Mais do que uma recordação, esta data nos convida a renovar a confiança na providência de Deus, mesmo em meio às dificuldades e provações da vida. A experiência vivida pelo fundador revelou que nenhuma corrente é capaz de aprisionar um coração totalmente entregue a Deus e à Mãe e Rainha.
Antes mesmo de sua libertação, em 2 de fevereiro de 1942, Pe. Kentenich compôs o “Hino de Gratidão”, convicto de que retornaria são e salvo. Desde então, o cântico tornou-se expressão da fé, da esperança e da vitória conquistada pela confiança filial.
“Caíram as algemas! Da terra sagrada de Schoenstatt se elevem todas as vozes, em jubiloso hino de gratidão…
A desgraça que o poder e a astúcia de Satanás tramaram, o olhar do Pai transformou em nossa maior felicidade… Assim, hoje estamos estreitamente unidos, fundidos no amor de Deus… para que surjam homens novos, livres e fortes aqui na terra que, nas alegrias e dificuldades, procedam como Cristo… Podes enviar até os confins do mundo, os que hoje por ti se empenham, para completar teu Reino aqui na terra.
Maria, recebe esta oferenda em tuas mãos fiéis de Mãe, para que, até o fim da vida, não cesse este hino de gratidão. Amém.”
(Rumo ao Céu, 612 a 625)
Neste dia, somos convidados a também elevar nossa oração de agradecimento por tantas graças recebidas, renovando nossa entrega à Mãe e Rainha e pedindo a graça de sermos homens e mulheres novos, livres e fortes, capazes de testemunhar Cristo nas alegrias e desafios da vida.
Que o Hino de Gratidão ecoe também em nossos corações, como sinal de esperança, fidelidade e amor à missão de Schoenstatt.
Aline Pinheiro